Google AI and data visualization with interconnected apps and cloud technology.

🇵🇹 Google apresenta “Inteligência Pessoal” no Gemini para tornar a IA mais contextual e útil

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An illustration of Google AI connecting various digital apps and cloud services in a vibrant landscape.
Funcionalidade experimental e opcional começa por ligar Gmail, Fotos, Pesquisa e Histórico do YouTube, com controlo granular e ativação desativada por predefinição.
Descarregue aqui o whitepaper.

A Google anunciou hoje a Inteligência Pessoal, um serviço experimental e opcional que pretende marcar a transição para uma IA mais “à medida” do utilizador, capaz de compreender contexto e preferências individuais para oferecer respostas mais relevantes e ações mais proativas.

A funcionalidade será lançada primeiro na app Gemini, numa fase inicial apenas nos Estados Unidos, e tem como objetivo ultrapassar respostas genéricas ao “associar os pontos” no ecossistema Google de cada utilizador — começando por Gmail, Google Fotos, Pesquisa e Histórico do YouTube.

Generated with Gemini Pro (Nano Banana Pro)

IA para lá do genérico: como funciona

Com autorização explícita, a Inteligência Pessoal pode extrair informação de várias aplicações Google para compreender necessidades e preferências. Na prática, isto permite cenários como:

  • Viagens mais personalizadas: um pedido de recomendações para uma cidade pode refletir reservas existentes no Gmail e interesses inferidos a partir de fotos, ajudando a sugerir experiências alinhadas com gostos do utilizador.
  • Resolução proativa de problemas: numa pesquisa por pneus de inverno, o Gemini poderá consultar documentos relevantes (por exemplo, e-mails relacionados com seguros) para identificar detalhes do veículo e ajustar as recomendações.

Segundo a Google, embora o Gemini já conseguisse recuperar informação destas aplicações, a evolução associada ao Gemini 3 permite agora raciocinar sobre os dados do utilizador para apresentar sugestões mais proativas — seja para ligar temas discutidos em e-mails a conteúdos vistos no YouTube ou para identificar padrões e nuances numa biblioteca de fotos, sem que o utilizador tenha de indicar manualmente onde procurar.

Disponibilidade

A Google indica que a implementação está a decorrer com o seguinte enquadramento:

  • 14 de janeiro: disponibilização ao longo do dia para subscritores Google AI Pro e AI Ultra nos EUA.
  • Após ativação, a funcionalidade funciona na Web, Android e iOS, e com os modelos disponíveis no seletor de modelos do Gemini.
  • Expansão para mais países e para o modelo gratuito prevista para breve.
  • Disponibilidade futura também na Pesquisa em Modo de IA.
  • Nesta fase beta, está disponível para Contas Google pessoais, não abrangendo utilizadores empresariais ou de educação do Google Workspace.

Privacidade e controlo

A Inteligência Pessoal é desativada por predefinição, permitindo ao utilizador decidir se e quando liga aplicações ao Gemini. A Google destaca ainda:

  • A personalização não será aplicada a todas as respostas — o Gemini deverá usar Inteligência Pessoal apenas quando considerar que isso será útil.
  • É possível ligar algumas aplicações e manter outras desligadas, consoante a preferência do utilizador.
  • O Gemini continuará, por defeito, a melhorar a experiência com base em conversas anteriores, com opção de desativação na definição “Chats anteriores do Gemini”, além de ferramentas para gerir e eliminar histórico.

Funcionalidades adicionais

Entre os controlos previstos, a Google refere:

  • Possibilidade de evitar a personalização de determinadas respostas através do botão “Tentar novamente”.
  • Envio de feedback específico sobre personalização via botão “Não gosto”.
  • Em breve, após ativação, opção para escolher que chats podem ser personalizados através do menu Ferramentas.

Com este anúncio, a empresa posiciona a Inteligência Pessoal como um passo inicial rumo a experiências de IA menos genéricas e mais úteis no quotidiano, aproximando a tecnologia do contexto real de cada utilizador.

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Google Introduces “Personal Intelligence” in Gemini, Aiming for More Context-Aware AI

Opt-in, experimental feature connects select Google apps to deliver more tailored help, with privacy controls and default-off setup.

Google on Wednesday announced Personal Intelligence, an experimental, optional capability designed to make AI responses more relevant by understanding a user’s unique context across parts of the Google ecosystem.

The feature is rolling out first in the Gemini app, initially launching in the U.S. only, and is built to move beyond one-size-fits-all answers by connecting signals from a user’s Google services — starting with Gmail, Google Photos, Search, and YouTube watch history.

From generic answers to contextual assistance

With explicit user permission, Personal Intelligence can pull information from connected Google apps to better understand individual needs and preferences. Google says this enables use cases such as:

More personalized travel suggestions, where Gemini can account for items like existing trip reservations and interests reflected in a user’s photo library.

More proactive problem-solving, including tailoring recommendations by referencing relevant details found in a user’s emails (for example, documents that help identify a car’s make and model).

Google adds that while Gemini has previously been able to retrieve information from these services, updates tied to Gemini 3 allow it to reason across a user’s data to surface more proactive insights — such as linking a topic mentioned in an email with a video a user watched, or detecting patterns in a photo library — without requiring the user to specify where to look.

Availability

Google said the rollout includes:

Jan. 14: deployment throughout the day for Google AI Pro and AI Ultra subscribers in the U.S.

Once enabled, support across web, Android, and iOS, and compatibility with models available in Gemini’s model picker.

Expansion to additional countries and the free tier “soon.”

Planned availability in Search’s AI Mode at a later date.

For now, the beta is limited to personal Google Accounts, not Workspace business or education users.

Privacy and controls

The company emphasized that the experience is off by default, and users control whether and when to connect apps. Google also said:

Not every response will be personalized; Gemini will use Personal Intelligence only when it determines it will be helpful.

Users can connect some apps but not others, depending on preference.

Gemini may continue to use prior chats by default to improve usefulness, with an option to disable that setting (“Gemini past chats”) and manage or delete chat history.

Additional user controls

Google highlighted several controls, including:

A “Try again” option to avoid personalization on a given response.

A thumbs-down feedback option focused on personalization.

A forthcoming tool to choose which individual chats can be personalized via a Tools menu.

Google framed the launch as an early step toward AI experiences that feel less generic and more tailored to each person’s real-world needs, while keeping opt-in controls and privacy safeguards at the center of the rollout.
Crowd enjoying live music and football-themed entertainment at Rock in Rio Lisboa.

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