In 2019, I travelled to New York to meet Hideo Kojima during a moment that felt suspended between eras — the unveiling of Death Stranding, his first work after a transformative chapter in his career. Our conversation unfolded with a mix of candour and quiet intensity, touching on solitude, connection, technology, and the creative risks that define him. Kojima spoke about his artistic philosophy and the invisible networks binding people together, ideas that would soon become the backbone of one of gaming’s most unconventional experiences. In this exclusive Candey+ interview, he offers a rare, unfiltered look into the mind that reshaped modern storytelling.
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Em 2019, viajei até Nova Iorque para conhecer Hideo Kojima, num momento que parecia suspenso entre eras — a apresentação de Death Stranding, a sua primeira obra após um capítulo profundamente transformador da sua carreira. A nossa conversa desenrolou-se com uma mistura de franqueza e intensidade contida, abordando temas como a solidão, a ligação entre as pessoas, a tecnologia e os riscos criativos que o definem. Kojima falou sobre a sua filosofia artística e sobre as redes invisíveis que unem as pessoas, ideias que em breve se tornariam a espinha dorsal de uma das experiências mais inovadoras da história dos videojogos. Nesta entrevista exclusiva para a Candey+, oferece um raro e sem filtros vislumbre da mente que redefiniu a narrativa moderna.
