Um portátil de 16 polegadas com ecrã OLED que é rápido em quase tudo e honesto quanto à única coisa que não consegue fazer. Os gráficos são o teto, e o resto da máquina passa-lhe por cima com folga.
Porque é que voltei às 16 polegadas
Houve uma altura em que só comprava portáteis pequenos. Comprava-os a pensar no aeroporto e depois passava a semana inteira sentado a uma secretária, ligado a um monitor externo que só existia porque o ecrã do portátil era demasiado pequeno para trabalhar nele. O erro de conceção era meu, não do fabricante.
Por isso tenho uma regra simples para qualquer máquina de 16 polegadas: tem de justificar os centímetros a mais dentro da mochila, e tem de os justificar com o ecrã. O ecrã é a única razão honesta para carregar um portátil deste tamanho. Tudo o resto num 16 polegadas é uma cedência que aceitas em troca disso.
A ASUS teve a amabilidade de me ceder esta unidade, o M3607KA-A72BHDCB1, referência 90NB16T1-M00110, na cor Matte Gray, com 32 GB de memória e um terabyte de armazenamento. É a configuração mais completa que a ASUS vende deste chassis em Portugal e, depois de lhe atirar com tudo aquilo que costumo atirar a uma máquina de trabalho, sei bem para quem é e quem deve passar à frente.

A máquina exata que tenho em cima da secretária
As configurações do M3607 mudam de mercado para mercado e as diferenças contam, por isso fica aqui a que testei, confirmada na ficha técnica oficial da ASUS e não numa página de loja.
| Especificação | ASUS Vivobook S16 M3607KA-A72BHDCB1 |
|---|---|
| Referência | 90NB16T1-M00110 |
| Processador | AMD Ryzen AI 7 350, 8 núcleos, 16 threads, 2,0 GHz base, até 5,0 GHz, 24 MB de cache |
| Gráficos | AMD Radeon 860M, 8 unidades de computação RDNA 3.5, 512 shaders, até 3,0 GHz |
| NPU | AMD XDNA, até 50 TOPS |
| TDP total do sistema | Até 35 W |
| Memória | 32 GB DDR5 (16 GB soldados, 16 GB na ranhura SO-DIMM) |
| Armazenamento | 1 TB M.2 2280 NVMe PCIe 4.0 x4 |
| Ecrã | 16 polegadas WUXGA 1920 x 1200 OLED, 16:10, 60 Hz, 300 nits, 95% DCI-P3, 1 000 000:1, 0,2 ms, 89% de rácio ecrã-corpo |
| Portas | 2x USB 3.2 Gen 1 Tipo-C (DisplayPort 1.2, Power Delivery 3.0), 2x USB 3.2 Gen 1 Tipo-A, HDMI 2.1 TMDS, jack combo de 3,5 mm |
| Sem fios | Wi-Fi 6 (802.11ax) dual band 2×2, Bluetooth 5.3 |
| Câmara | FHD com IR, Windows Hello, obturador físico de privacidade |
| Bateria e carregador | 70 Wh de 4 células, adaptador USB-C de 65 W |
| Dimensões e peso | 35,70 x 25,06 x 1,59 a 1,79 cm, 1,70 kg |
| Sistema operativo | Windows 11 Home |
| Garantia em Portugal | 36 meses |
Há duas linhas nessa tabela que decidem quase tudo o que se segue: o painel a 60 Hz e o facto de as duas portas USB-C andarem a 5 Gbps.

Design e construção
É fino e é sólido, e juntar essas duas coisas é mais difícil do que a ficha técnica dá a entender. Com 1,59 cm na aresta da frente e 1,70 kg, o Vivobook S16 fica naquela faixa estreita em que um portátil de 16 polegadas ainda parece um portátil e não uma peça de mobiliário que se transporta. Pega-lhe por um canto e o chassis não se queixa. Carrega na tampa e há alguma cedência, como há em quase todos os portáteis finos, mas nada que chegue ao painel.
O acabamento Matte Gray é o melhor dos dois que a ASUS oferece aqui, e o logótipo gravado a CNC na tampa é o único elemento decorativo da máquina inteira. A ASUS refere testes segundo a norma militar MIL-STD 810H, o que na prática significa que isto passou por uma mesa vibratória de laboratório e não por uma queda pelas escadas abaixo. Leio essa certificação como uma declaração sobre folgas de painel e tolerâncias de dobradiça, não como uma armadura. E as tolerâncias são boas: a dobradiça segura qualquer ângulo e não abana quando escreves.
O que mudava era o próprio acabamento. Apanha dedadas em todo o apoio de mãos e à volta do touchpad, como apanha qualquer metal aveludado, e num cinzento escuro isso vê-se.

A instalação e a primeira hora
Vem com Windows 11 Home instalado, e a primeira hora é sobretudo o Windows a resolver as suas próprias pendências. Configuração inicial, um ciclo longo de atualizações, um reinício, outro ciclo. Por cima, a ASUS acrescenta MyASUS, ScreenXpert, GlideX e StoryCube, mais uma versão de avaliação do McAfee de 30 dias que desinstalei logo. A máquina fica visivelmente melhor sem ela.
O trabalho de instalação que vale a pena fazer é dentro do MyASUS. Corre a atualização do sistema para que o firmware e os controladores AMD fiquem alinhados, entra depois no Battery Health Charging e limita a carga aos 80% se o portátil viver em cima de uma secretária. Confirma também que o OLED Care está ativo, porque é ele que coloca o sistema em modo escuro por defeito e encurta os tempos até o ecrã se desligar. Num painel OLED, estas definições são a diferença entre um ecrã que envelhece bem e um que não envelhece.
Em alguns mercados a caixa traz um rato ótico com fios, uma inclusão estranha numa máquina que tem dos melhores touchpads da categoria. O meu foi para a gaveta.

O ecrã, e os dois números que a ASUS prefere deixar em letra pequena
É aqui que tenho de ser honesto, porque o ecrã é a razão para comprar um portátil de 16 polegadas e este só acerta em metade.
A metade em que acerta é a parte OLED. O contraste anunciado é de 1 000 000:1 e comporta-se como tal: o preto é preto e não cinzento escuro com uma retroiluminação por trás. A cobertura de cor é de 95% DCI-P3, o tempo de resposta é de 0,2 ms e o painel tem certificação TÜV Rheinland de luz azul reduzida, o que torna as sessões longas de edição menos cansativas do que o número sugere. Ver seja o que for neste ecrã, numa sala às escuras, é um prazer que os painéis IPS desta categoria não conseguem dar.
A metade em que falha são os dois números que ficam na letra pequena. O painel funciona a 60 Hz e chega aos 300 nits. Num ecrã com 0,2 ms de tempo de resposta, os 60 Hz são um desperdício da tecnologia, e ao fim de uns dias sentes isso sempre que arrastas uma janela. O brilho chega para interiores e fica apenas suficiente ao lado de uma janela numa tarde de sol, o que num painel brilhante pesa mais do que pesaria num mate.
Há ainda um terceiro número que ninguém imprime. A 1920 x 1200 distribuídos por 16 polegadas ficas com cerca de 142 pixels por polegada, uma densidade inferior à de um portátil de 14 polegadas com painel Full HD. O texto lê-se perfeitamente e uma folha de cálculo a 100% de escala é mesmo confortável, que é o argumento prático a favor deste painel, mas vês a grelha de pixels nas letras finas se a procurares. A ASUS faz versões deste mesmo chassis com IPS de 2560 x 1600 a 144 Hz noutros mercados. Era esse o painel que eu queria, e não é o que vem nesta referência.

Velocidade no dia a dia
Esta é a parte que a minha regra sobre os 16 polegadas não cobre, e é onde a máquina me ganhou. É rápido. As aplicações abrem praticamente no instante em que clicas, ficheiros de projeto grandes carregam sem aquela pausa que aprendemos a esperar, e nunca o apanhei a pensar.
O Ryzen AI 7 350 é um chip Krackan Point com oito núcleos repartidos entre quatro Zen 5 e quatro Zen 5c, 16 threads, 24 MB de cache e um pico de 5,0 GHz. No Cinebench R23, este silício fica entre os 1800 e os 1950 pontos em núcleo único e entre os 14 600 e os 15 700 em multinúcleo, consoante o envelope de potência que lhe derem. Traduzido para uso real: a resposta em thread único está ao nível de processadores vendidos em máquinas bastante mais caras, e é exatamente isso que sentes quando as aplicações arrancam. Já o trabalho multinúcleo prolongado fica a par da geração anterior de Ryzen 7 de potência plena, não à frente dela.
Os 35 W de TDP total do sistema são o limite honesto. Os picos curtos são rápidos e as renderizações longas assentam num patamar mais baixo do que os números de pico sugerem, o que é a troca certa para um chassis de 1,70 kg e não um defeito.
Os 32 GB de memória são a especificação que faz esta máquina durar. Chegam como 16 GB soldados mais 16 GB na única ranhura SO-DIMM, que é também o teto: 32 GB é o máximo da plataforma. É mais do que suficiente para aquilo a que este portátil se destina, e prefiro tê-los agora a descobrir o limite daqui a três anos. O disco de 1 TB PCIe 4.0 ocupa a única ranhura M.2, por isso qualquer upgrade de armazenamento passa por substituir e não por acrescentar. Levar já a versão de um terabyte é a decisão certa, e é a que eu tomaria sempre.

Gráficos, a parte que decide para quem é este portátil
A Radeon 860M é o ponto fraco da máquina e não vou embrulhar isso.
O número que explica tudo é a contagem de unidades de computação. A 860M recebe 8 das 16 unidades RDNA 3.5 que a arquitetura permite, 512 shaders, com pico próximo dos 3,0 GHz para cerca de 3,07 TFLOPS. Para comparar: a Radeon 780M dos Ryzen 7 de há dois anos tinha 12 unidades. A AMD subiu o nome uma geração e desceu o hardware um degrau, e no Ryzen AI 7 350 foi a parte gráfica que levou o corte.
A memória piora o quadro em vez de o melhorar. Esta configuração usa DDR5 em ranhura SO-DIMM e não a LPDDR5X soldada dos portáteis finos mais caros, e uma gráfica integrada não tem memória própria: a largura de banda da RAM do sistema é tudo aquilo com que ela pode contar. Dá a este mesmo silício um envelope de 51 W dentro de um mini PC de secretária e ele sustenta cerca de 57 fps em Cyberpunk 2077 a 1080p na predefinição Low com FSR em modo balanced. Num chassis de portátil a 35 W, que tem de alimentar oito núcleos de CPU a partir do mesmo envelope de potência, ficas abaixo disso.
A posição prática é esta: jogos de esports, títulos independentes e qualquer coisa com uns anos correm bem a 1200p. Os AAA modernos correm em definições baixas, a 1080p, com o FSR a fazer o trabalho pesado, e vais passar mais tempo no menu de gráficos do que dentro do jogo. Isto não é um portátil de gaming e comprá-lo como tal seria um erro. O que ele é, isso sim, é uma máquina em que a gráfica chega para manter o Windows, o vídeo e um browser com trinta separadores completamente fluidos, que é aquilo para que uma gráfica integrada serve.

Temperaturas e ruído
Trinta e cinco watts dentro de um chassis de 1,59 cm têm de ir parar a algum lado, e a ASUS resolve o problema tão bem quanto a física deixa. Em trabalho de escritório, navegação e vídeo, é praticamente silencioso, e o apoio de mãos mantém-se fresco.
Carrega-o com uma carga prolongada e a ventoinha faz-se ouvir. É um som limpo e não um assobio, o que conta mais do que o volume, e o MyASUS dá-te perfis de ventoinha, incluindo um modo Whisper que troca uma fatia do desempenho sustentado por silêncio. Numa máquina que vai passar a maior parte da vida em tarefas leves, deixá-la em Standard e guardar o perfil Performance para os dias em que precisas dele é a configuração sensata. Sob carga, a zona acima do teclado aquece, como aquece em todos os portáteis finos com um chip de 35 W lá dentro, e não é aí que tens as mãos.
Teclado, touchpad e tudo aquilo em que tocas
O teclado é das melhores coisas desta máquina e uma das razões para valer a pena carregar um 16 polegadas. O espaçamento entre teclas é de 19,05 mm, o curso é de 1,7 mm e as teclas têm uma concavidade de 0,2 mm para apanhar a ponta dos dedos. É silencioso, a retroiluminação é uniforme, e escrevo nele um dia de trabalho inteiro sem o cansaço que os teclados rasos dos ultraportáteis provocam.
A cedência é o teclado numérico. Havia espaço para ele num tampo de 16 polegadas e a ASUS usou-o, o que empurra o bloco principal de escrita para a esquerda do centro. Se escreves sem olhar, com o ecrã ao centro, vais sentir as mãos desalinhadas, e demorei algum tempo a deixar de reparar nisso. Se isso é uma vantagem ou uma chatice depende de uma coisa só: se passas o dia a introduzir números.
O touchpad é grande, tem revestimento que afasta dedadas e clica com 0,23 mm de profundidade, uma especificação que parece irrelevante até usares um portátil com menos. Os gestos respondem sempre e os toques acidentais com a palma da mão não foram problema.
A câmara FHD é um salto real face aos sensores de 720p que ainda equipam muitos portáteis deste tamanho, tem IR para o Windows Hello reconhecer a cara depressa e com pouca luz, e tem um obturador físico que desliza sobre a lente. Os altifalantes são a história do costume nos portáteis finos: alto que chegue, claros nos médios e sem nada abaixo dos 150 Hz. Servem para uma chamada ou um vídeo no YouTube, não para música que te interesse.

Ligações, e uma decisão que não percebo
A seleção de portas é generosa e certa: duas USB-C, duas USB-A, HDMI 2.1 de tamanho normal e jack combo de 3,5 mm. Nenhum adaptador para ligar um monitor, um rato e um disco, que é todo o argumento a favor de um chassis de 16 polegadas bem feito.
O problema é a velocidade destas portas. As duas USB-C são USB 3.2 Gen 1, ou seja 5 Gbps, um teto rígido na ordem dos 600 MB/s antes de contar com o overhead do protocolo. A plataforma Ryzen AI 300 suporta USB4 a 40 Gbps. A ASUS não o usou. Isso quer dizer que um disco NVMe externo rápido vai andar a uma fração daquilo de que é capaz, que uma caixa de gráfica externa está fora de questão, e que ter DisplayPort 1.2 em vez de 1.4 limita o que consegues alimentar num monitor externo de alta taxa de fotogramas. Numa máquina de 2026 construída à volta de um chip Ryzen AI, é a decisão que mais me custa aceitar.
Nas ligações sem fios a história repete-se em tom menor. Wi-Fi 6 com antena 2×2 e Bluetooth 5.3 funcionam bem e vão continuar a funcionar durante anos. São também uma geração atrás daquilo que um portátil com esta ficha técnica devia trazer, e quem já trocou o router de casa por um Wi-Fi 7 vai dar pela diferença.
Autonomia
A bateria de 70 Wh é a maior coisa dentro do chassis e cumpre. A ASUS anuncia até 23 horas, e esse número merecia um rodapé que não vem na caixa: foi medido na variante M3607GA, com outro processador e metade da memória, a reproduzir vídeo a 1080p em ciclo, com o Wi-Fi desligado e o ecrã a 150 cd/m². As lojas que vendem esta configuração com Ryzen AI 7 350 anunciam até 19 horas, o que já está mais perto.
O que tens em trabalho real é um dia inteiro longe da tomada com uma mistura de browser, documentos e videochamadas, desde que não peças nada à gráfica. O painel OLED ajuda aqui de uma forma que os LCD não conseguem, porque o modo escuro poupa mesmo energia num ecrã que desliga pixels. Sobe o brilho e põe qualquer coisa pesada a correr e ele esvazia depressa, como qualquer outro portátil fino.
O carregamento faz-se por USB-C a 65 W, o que significa que o portátil aceita o mesmo carregador do telemóvel e do tablet, e a ASUS indica 60% em 49 minutos. Levar um carregador na mochila em vez de três vale mais numa viagem do que uma hora extra de autonomia.
A NPU, e o que o selo de IA te dá mesmo
Isto é um Copilot+ PC com um processador neural XDNA de 50 TOPS, e a contabilidade honesta é que a maior parte do que esta peça permite não conta para nada no dia a dia, enquanto uma pequena parte se justifica sempre.
A parte que se justifica é o tratamento de câmara e microfone. Os Windows Studio Effects para desfocar o fundo, enquadrar automaticamente e corrigir o contacto visual, mais o cancelamento de ruído da ASUS, correm na NPU em vez de sobrecarregarem o CPU, e numa máquina que faz muitas videochamadas isso nota-se na qualidade e na bateria. As Live Captions com tradução são a outra função de que sentiria falta.
O resto do pacote Copilot+, o Recall ainda em pré-visualização, a geração de imagens no Fotos, o Cocreator no Paint, é opcional e trato-o como opcional. Compra este portátil pelo processador, pela memória e pelo ecrã. Se as funções de IA crescerem para algo que uses todos os dias, o silício já cá está à espera, e é essa a ordem correta das coisas.
Garantia, e qual é a configuração a levar
A caixa traz 36 meses de garantia, mais do que a maioria da concorrência dá de origem, e vem impressa na própria etiqueta em vez de estar enterrada numa página de suporte a três cliques de distância. Num portátil que tencionas manter, esse terceiro ano conta mais do que metade da ficha técnica.
Depois há a questão de qual das caixas levar para casa. A configuração logo abaixo desta, a M3607KA-A72AOHCB1, tem o mesmo processador e os mesmos 32 GB de memória com um disco de 512 GB. A única ranhura M.2 já está ocupada e a SO-DIMM também, por isso a caixa mais pequena prende-te a uma substituição de disco mais à frente em vez de um acrescento, e lá chegar implica abrir a máquina e reinstalar o Windows. Leva já a versão de um terabyte e a pergunta nunca chega a surgir.
É este o argumento todo a favor desta referência. Há portáteis com painéis mais nítidos e mais rápidos, e há portáteis com USB4. O que é difícil encontrar tudo na mesma caixa são 32 GB de RAM, um terabyte em PCIe 4.0, um OLED de 16 polegadas, um teclado deste nível, uma bateria de 70 Wh e três anos de cobertura. É esta a troca que a máquina te propõe e, para a maneira como a maioria das pessoas trabalha de facto, é uma boa troca.
Veredicto
O Vivobook S16 faz aquilo que mais quero de um portátil de trabalho. É rápido, abre tudo num instante, o ecrã é um prazer numa sala às escuras, o teclado é excelente e a construção fantástica. Os 32 GB e o terabyte são as especificações que o vão manter assim daqui a três anos, e são a razão para esta ser a configuração certa.
Os defeitos são reais e são concretos. Um painel de 60 Hz e 300 nits numa máquina cujo principal argumento de venda é o ecrã é um atalho, e USB-C a 5 Gbps numa plataforma que suporta USB4 é outro atalho. A Radeon 860M é a parte mais fraca do chip da AMD em que vive, e quem comprar isto para jogar títulos atuais acima das definições baixas leu mal o produto.
Compra-o se queres uma máquina grande, rápida e silenciosa para trabalho, estudo e tudo aquilo que não seja um AAA moderno, e se preferes ter 32 GB e um terabyte agora a ter um ecrã mais nítido. Passa à frente se vives de discos externos rápidos, se queres um painel de alta taxa de atualização para olhar o dia inteiro, ou se jogar está em qualquer ponto da tua lista. Eu comprava este, e comprava-o exatamente nesta configuração.